:: Wilson Francisco ::
O autista é um ser que, por razões internas ou externas não "entrou" no mundo físico.
- Razões internas: são as da essência ou do Espírito: antes de entrar ou conectar-se com o corpo, decide desistir, tem medo, sente-se incompetente para a experiência.
- Razões externas: são as dificuldades no parto, por parte da mãe ou em face de situações pós-parto, como excesso de luminosidade, fórceps, demora ou pelo ambiente inadequado. Enfim há vários fatores que podem levar o nascituro à "recolher-se".
Hellen Wambach, autora do livro Vida Além da Vida, realizou várias experiências com adultos, regredindo-os à vida intra-uterina e constam nos relatórios dos pacientes, a percepção e sensações conseqüentes de que a essência espiritual, antes do nascimento, permanece agregada ou próxima do corpo em gestação, observando e sentindo os efeitos físicos e emocionais tanto da mãe como das pessoas que ali se encontram.
Estas impressões são marcantes e podem ficar em nossa memória por toda a existência, podendo também ser a causa de processos de autismo.
Vejamos as experiências da Dra. Hellen. Nessas, pelo que se vê, o ser/essência nada sofreu, encarando com naturalidade e compreendendo todos processos, mesmo os mais dolorosos.
1º caso - Minha mãe não me desejava. Certa vez tentou abortar e fiquei irado por ocasião do parto, porque ela pretendia divorciar-se do meu pai. Estou agora conscientizado de que parte do meu carma consiste em aprender a amar minha mãe, de qualquer maneira.
2º caso - Ao me ligar ao feto, dava-me conta de que minha mãe estava assustada, de início, posteriormente aceitou o processo com naturalidade.
3º caso - Foi uma experiência forte, não desagradável mas surpreendente, o meu nascimento. Enviei mensagens à minha mãe para que ela encarasse tudo como sensação e não como dor. Percebia, de forma clara, as atitudes das outras pessoas. Eu estava muito feliz por assumir esta vida.
A partir da leitura desse livro e de algumas experiências realizadas em grupos holísticos e espíritas eu introduzi em algumas vivências o exercício de retorno ao útero. Muitas marcas em nosso corpo e alma tem origem no momento da concepção. Este período, o da gravidez e do parto são fundamentais para a saúde física e mental da criança.
Pesquisadores realizaram o protótipo de um laboratório que simbolizava um útero e colocaram autistas, neste ambiente. Ali, eles tinham contato com sons e sensações semelhantes àquelas transmitidas pela mãe para o bebê quando este se encontra dentro do útero, mergulhado no líquido amniótico. A experiência foi de completo êxito, pois as crianças autistas apresentaram reações, tornando-se um pouco mais receptivas.
Realizei experiências semelhantes com um grupo de pessoas sensitivas e outras habilitadas criando através de uma ação mental um útero materno. A resposta da criança autista foi positiva. Envolvido nesse processo, Nick um garotinho autista de 7 anos conseguiu um nível de comunicação satisfatório com o grupo e com o seu avô, que participava da experiência.
De tudo que já li até hoje, o livro Autismo, do prof. Hermínio Miranda é o mais completo. Foi, aliás, a partir da leitura dessa obra que eu fiquei ainda mais interessando no assunto.
Ano passado, pesquisando assuntos para o Curso de Interpretação e Aplicação de Espiritismo que organizei, li o livro Autistas do Além, psicografado por Nelson Moraes, autoria espiritual de Eduardo, narrando o caso de Raul. É interessante e passo para vocês um resumo.
Raul deixara o corpo e aprisionara-se num processo obsessivo com a própria mãe. Espíritos Superiores convocados para cuidar do caso elaboraram um relatório onde informavam que a mãe, Elizete, zelara com excesso pelo filho e este vivera em seu tempo terreno num regime de dependência que lhe enfraquecera o caráter. A tibiez e a falta de vontade predominavam no temperamento do moço.
Em razão disso, na outra dimensão registrava com freqüência e nitidez o desespero da mãe aqui na Terra.
Um dia, vigilantes espirituais não puderam mais conte-lo e ele se evadiu de onde estava para se projetar no mundo físico, agarrando-se, como um menino medroso, à mãe.
Assemelhava-se a uma sombra irradiando ondas mentais e emocionais densas sobre o córtex cerebral da mulher, estabelecendo verdadeira e estranha simbiose.
Naquela situação a intervenção para separar um do outro era perigosa. Afinal, ambos se davam às mãos, espiritualmente, num consórcio energético intenso e dramático.
Espíritos coordenadores vão ao encontro de Elza, sua namorada, quando ainda habitava o mundo físico. Ela se comprometera, durante o sono físico, a ajudar o ex-namorado.
Assessorada, vai ao encontro dele e com o coração nas palavras fala com Raul. Ele estremece, parece ouvi-la, os laços afrouxam. O moço estava prestes a se desligar da mãe. No entanto, esta pressente a situação e com medo de perder o filho querido, agita-se e acorda.
Acordada, Elizete ainda sente o perigo e sabe que pode perdê-lo. Uma onda de pensamentos doentios a invade. É melhor morrer a perder o filho. A iminência de um suicídio põe em sobressalto toda equipe socorrista.
Alteram a estratégia e recorrem a Julia, empregada doméstica de Elizete e que era médium, atuando em um Centro Espírita próximo. Convocada, a mulher aceita o serviço de apoio. Sintonizada vai até a patroa convidando-a a fazer uma oração e a ir ao Centro Espírita. Nada consegue. A mulher não recebe com interesse o apelo da serviçal.
Arquitetam outro plano, novo e audacioso. Adoecer Elisa, a filhinha de Elisete, irmã de Raul. Com a filhinha doente ela se sente culpada por abandonar a menina. Inconscientemente, abre mão do apego ao filho desencarnado e esquece a idéia de suicídio.
Florinda, médium experiente do Centro Espírita, convidada pela empregada vai visitar Elizete e nesse encontro a Equipe Espiritual consegue realizar o desligamento de Raul livrando-o da mãe.
Desligado e sem uma condição satisfatória Raul entra num processo de Autismo, ausentando-se de tudo e de todos. Neste estado é levado a sessão mediúnica para receber auxilio. O universo de energias de amor que ele encontra no momento mediúnico acalenta-o. Sente-se reconfortado, revigorado.
Sintonizado com a médium, Raul vê a ex-namorada oferecendo um universo de carinho e compreensão que restaura suas forças e faz com que ele "volte" à vida.
Com o sucesso do empreendimento os Espíritos Coordenadores encaminham Raul para uma estância localizada na dimensão extrafísica, acompanhado de Elza, a ex-namorada e abnegada servidora.
O que posso dizer, disso tudo, é que a principal causa do autismo seja ele aqui na Terra ou na dimensão espiritual pode ser o desarranjo no sentir, no querer e no doar-se.
Na verdade, o amor é uma força que todos possuímos. Apenas não temos aprendido a aplicá-la. Encontramo-la desequilibrada nas paixões, perturbada no ciúme, transfigurada no ódio, controvertida no egoísmo e sublimada nos anjos.
Como exercício, ofereço para vocês este, que significa um verdadeiro recomeço para que o estágio terreno seja um tempo de paz e alegria em seu coração.
ÚTERO MATERNO - O recomeço
Respire e Inspire. Sinta-se envolvido por uma luz branca, fresquinha que te envolve e conforta. Inspire mais uma vez, iluminando-se internamente.
Visualize sua mãe. Olhe-a com ternura e gratidão. Pense na beleza da vida. Está aí na sua frente a criatura que você escolheu para lhe dar a vida.
Tenha coragem e inteligência para perdoar mágoas e amar intensamente esta criatura divina. Sinta esta energia que te envolve. Deus está presente.
Agora, sinta-se diminuir. Você é um ponto de luz. Sinta-se abraçado, envolvido no corpo de sua mãe.
Mergulhe no útero de sua mãe. É o seu renascimento.
Você está envolvido por uma água aquecida. Há sons em torno de você.
Ouça o bater do coração, o sangue circulando ao seu lado. Você está nascendo. Sinta-se crescer. Os braços, as pernas, a cabeça.
Surge um canal à sua frente. Uma força. Um sopro movimenta seu corpo e você vai para este canal.
Atravessando o canal, surge um campo de flores. Sinta o perfume das flores, o cantar dos pássaros.
Abra os olhos. Você renasceu. Diga: Obrigado, Senhor. Pela vida e pelo corpo. Obrigado, mãe.
Wilson Francisco é Terapeuta Holístico e colaborador do Site.
Atendimento individual de 2ª a 5ª - à tarde e a noite; Grupo de Pessoas: oficinas multidimencionais e cursos, mínimo 10 pessoas no Instituto Alvorecer, residências, clubes, instituições religiosas ou sociais; Internet: apoio e orientação a distância.
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Email: wilson153@itelefonica.com.br
Autismo e espiritualidade são assuntos inéditos e inaudíveis? Por que estes indivíduos carregam consigo um mito quanto ao futuro deles? Por que o preconceito é a maior limitação que o autista pode enfrentar? Existem resgastes encasulados que necessitam de atendimento 24 horas por dia. Muito amor e muita sensibilidade. Trataremos deste assunto neste blog...Autismo: uma leitura espiritual...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
PAIS SÃO COISAS ESQUISITAS
Pais são criaturas esquisitas. A maioria é completamente despreparada pra cuidar de um filho. Não estou falando de prover educação, sustento, carinho, mas da parte metafísica mesmo, que é a formação de um ser humano, que vai atuar (e mudar) o mundo no qual vivemos. É um ser humano, com suas nuances psicológicas e muitas vezes uma maturidade que supera (dada as devidas proporções) até mesmo a dos próprios pais!
E como eles lidam isso? Minha experiência têm mostrado dois tipos de pais: Os "superatenciosos" - que ficam escrutinando cada passo dos filhos, botando rédeas, proibindo, criando regras - e os que "não estão nem aí". Geralmente os superatenciosos (e isso não é um elogio) tiveram uma educação rígida, típica das famílias dos anos 30 ou 50, e não perceberam que o mundo mudou "um pouquinho" nos últimos 50, 70 anos... Tentam segurar os filhos junto a eles pelo simples fato de serem pais (ou seja, não tentam CATIVAR o filho) e invadem arbitrariamente o mundo deles pra extrair informações (ao invés de PARTICIPAR do mundo dos filhos). Quanto mais tendem a apertar o filho, mais ele vai escapar entre os dedos, como areia. E a tendência é que em casa o pai tenha um filho, e na rua outro totalmente diferente. Essa falta de contato com o VERDADEIRO filho pode levar a desagradáveis surpresas, como ter de buscar o rebento na delegacia, ou descobrir que ele está a quilômetros de distância de onde ele tinha dito que ia...
O oposto disso são os pais que não estão nem aí. Geralmente vieram da geração "anos 70", porralouca, que brigaram no passado com os pais retrógrados e agora se vêem na situação deles... Muitos nem queriam ter filhos, mas aconteceu, e aí? O jeito é criar, e de preferência do jeito que eu gostaria de ter sido criado... Como eles foram muito pressionados, isso significa dar uma total liberdade de criação. Dependendo das companhias que o filho tenha, isso pode resultar na mesma surpresa dos pais superatenciosos: de ter de pegar o filho na delegacia, ou mesmo no IML...
Nos dois casos de pais temos uma tendência em comum: superproteção. No primeiro caso, a superproteção é para que o filho tenha os valores familiares que ELES tiveram (não importando se o Muro de Berlim caiu, ou se o Homem foi ao espaço), como voltar pra casa cedo, trazer o namorado pra almoçar no domingo, etc, ou para que os filhos sofram as mesmas pressões que eles sofreram dos seus pais (ou seja, repetem o esteriótipo do pai durão, da sogra chata, etc). Vão assim propagando a Matrix, de forma que eles nem mais sabem de onde surgiram tais comportamentos (transformados que são em dogmas).
No caso dos pais "nem aí", a superproteção revela-se mais como uma fuga das responsabilidades, ou seja: "eu te dou tudo o que você quiser, só não me perturbe". Mimam os filhos com os melhores brinquedinhos que a tecnologia pode comprar, criando assim "marias-mole", pessoas despreparadas para os desafios da vida. É tenebroso sair na rua e ver pessoas que não conseguem andar um quarteirão sem que seja de carro!! Gastam fortuna em academias, batem perna nos shoppings, mas não conseguem andar na rua! São mentalmente incapacitados para encarar situações adversas, porque elas SEMPRE tiveram o que queriam, quando queriam! Será que os pais não pensam nisso?
Um aviso a quem tenha se aventurado por estas linhas e tenha (ou venha a ter) filhos: Se inspirem na personagem de Sarah O'Connor, do filme O Exterminador do Futuro II, e criem seus filhos como combatentes. Não com armas, mas com INFORMAÇÃO. O futuro é negro, quem conhece a história sabe que a aparente calmaria antecede a tempestade, e as nuvens que estão se delineando apontam para um futuro de transição, no qual não teremos as mordomias às quais estamos nos acostumando, e onde será preciso CRIATIVIDADE para criar as novas ferramentas e superar os obstáculos. Nossas vidas são atualmente baseadas no silício e no petróleo. Todas as tentativas de sair desse modelo são suprimidas ou desmotivada$. Iraque e Afeganistão foram só o começo. Quanto mais o preço do barril subir, mais acirrada irá ficar a disputa... e, num mundo globalizado, com certeza sofreremos as consequências do nosso despreparo.
Fonte: http://www.saindodamatrix.com.br
E como eles lidam isso? Minha experiência têm mostrado dois tipos de pais: Os "superatenciosos" - que ficam escrutinando cada passo dos filhos, botando rédeas, proibindo, criando regras - e os que "não estão nem aí". Geralmente os superatenciosos (e isso não é um elogio) tiveram uma educação rígida, típica das famílias dos anos 30 ou 50, e não perceberam que o mundo mudou "um pouquinho" nos últimos 50, 70 anos... Tentam segurar os filhos junto a eles pelo simples fato de serem pais (ou seja, não tentam CATIVAR o filho) e invadem arbitrariamente o mundo deles pra extrair informações (ao invés de PARTICIPAR do mundo dos filhos). Quanto mais tendem a apertar o filho, mais ele vai escapar entre os dedos, como areia. E a tendência é que em casa o pai tenha um filho, e na rua outro totalmente diferente. Essa falta de contato com o VERDADEIRO filho pode levar a desagradáveis surpresas, como ter de buscar o rebento na delegacia, ou descobrir que ele está a quilômetros de distância de onde ele tinha dito que ia...
O oposto disso são os pais que não estão nem aí. Geralmente vieram da geração "anos 70", porralouca, que brigaram no passado com os pais retrógrados e agora se vêem na situação deles... Muitos nem queriam ter filhos, mas aconteceu, e aí? O jeito é criar, e de preferência do jeito que eu gostaria de ter sido criado... Como eles foram muito pressionados, isso significa dar uma total liberdade de criação. Dependendo das companhias que o filho tenha, isso pode resultar na mesma surpresa dos pais superatenciosos: de ter de pegar o filho na delegacia, ou mesmo no IML...
Nos dois casos de pais temos uma tendência em comum: superproteção. No primeiro caso, a superproteção é para que o filho tenha os valores familiares que ELES tiveram (não importando se o Muro de Berlim caiu, ou se o Homem foi ao espaço), como voltar pra casa cedo, trazer o namorado pra almoçar no domingo, etc, ou para que os filhos sofram as mesmas pressões que eles sofreram dos seus pais (ou seja, repetem o esteriótipo do pai durão, da sogra chata, etc). Vão assim propagando a Matrix, de forma que eles nem mais sabem de onde surgiram tais comportamentos (transformados que são em dogmas).
No caso dos pais "nem aí", a superproteção revela-se mais como uma fuga das responsabilidades, ou seja: "eu te dou tudo o que você quiser, só não me perturbe". Mimam os filhos com os melhores brinquedinhos que a tecnologia pode comprar, criando assim "marias-mole", pessoas despreparadas para os desafios da vida. É tenebroso sair na rua e ver pessoas que não conseguem andar um quarteirão sem que seja de carro!! Gastam fortuna em academias, batem perna nos shoppings, mas não conseguem andar na rua! São mentalmente incapacitados para encarar situações adversas, porque elas SEMPRE tiveram o que queriam, quando queriam! Será que os pais não pensam nisso?
Um aviso a quem tenha se aventurado por estas linhas e tenha (ou venha a ter) filhos: Se inspirem na personagem de Sarah O'Connor, do filme O Exterminador do Futuro II, e criem seus filhos como combatentes. Não com armas, mas com INFORMAÇÃO. O futuro é negro, quem conhece a história sabe que a aparente calmaria antecede a tempestade, e as nuvens que estão se delineando apontam para um futuro de transição, no qual não teremos as mordomias às quais estamos nos acostumando, e onde será preciso CRIATIVIDADE para criar as novas ferramentas e superar os obstáculos. Nossas vidas são atualmente baseadas no silício e no petróleo. Todas as tentativas de sair desse modelo são suprimidas ou desmotivada$. Iraque e Afeganistão foram só o começo. Quanto mais o preço do barril subir, mais acirrada irá ficar a disputa... e, num mundo globalizado, com certeza sofreremos as consequências do nosso despreparo.
Fonte: http://www.saindodamatrix.com.br
domingo, 18 de julho de 2010
PA R A P E N S A R M O S
Vou digitar o trecho que me chamou muita atenção, comentado por dois socorristas espirituais desencarnados que estão estudando o socorro a um irmão recem desencarnado :
página 52
" - Quais são as possibilidades de trazermos Raul novamente à razão ?
- Considerando os recursos de que dispomos em nosso plano, são muitas as possibilidades. O pouco que conheci na Terra a respeito do Autismo, ao qual vim familiarizar-me somente aqui em nosso plano, sei que poucos são os sucessos alcançados entre os encarnados.
- Qual a razão desse insucesso ?
- O Autismo é um estado de alma, é uma posição mental em que se coloca o espírito encarnado ou desencarnado. Não se trata de uma deficiência orgânica, isso tem sido demonstrado nos testes e exames feitos pelos estudiosos do assunto, não se iguala a um excepcional comum, cuja encarnaçãoestá sujeita às limitações de um cérebro lesado ou deficiente. Geralmente o Autista encarnado apresenta-se numa organização física que corresponde à normalidade dos reflexos e sentidos, apenas pela posição mental em que se encontra rejeita usar tais recursos. O insucesso que experimentam os colegas encarnados deve-se à falta do conhecimento das causas que levam um espírito a assumir tal atitude. Enquanto a mente acadêmica não se voltar seriamente às pesquisas no campo do espírito eterno, a fim de remontar às causas legítimas que envolvem a mente humana em problemas diversos, incluindo-se o do Autismo, dificilmente encontrará soluções adequadas. Em nosso plano, porém, o quadro de soluções se altera profundamente, pois dispomos do conhecimento da causa. Basta
reconstituir um clima emocional ao qual o paciente se identifica, oferecendo-lhe uma compensação à altura dos valores em que se viu lesado, para que se sinta novamente atraído ao mundo do qual se ausentou mergulhando em si mesmo. Geralmente o Autista é um espírito fraco de vontade que se viu lesado nos sentimentos; julgando-se impotente para reaver ou reconquistar tais valores, retrai-se para dentro de si mesmo, abdicando da razão para sustentar-se do emotivo que, embora sem manifestações exteriores, continua ativo, quardando uma sensação de gozo ou sofrimento. Por isso mesmo, torna-se difícil alcança-lo pelos caminhos da razão, somente através do emocional poderemos auxiliá-lo, resgatando-o dessa situação. "
a história segue relatando um jovem que obsedia a mãe ou o inverso pois a mãe não se conforma com a morte do jovem, quase tenta o suicidio, mas a intervenção espiritual desperta a mãe para cuidar da segunda filha que adoece derrepente. Conseguem deslocar o jovem desencarnado autista para ser tratado no plano espiritual depois de um sufoco pois ele era atraído magneticamente para seu quarto antigo e grudava na mãe... uma namorada antiga do jovem , que se encontra encarnada, é utilizada para despertar ele, e acaba aceitando-o como filho em um casamento que se concretiza para beneficio e resgate de todos. Muito boa a história e muito lógica com a doutrina dos espíritos!
página 52
" - Quais são as possibilidades de trazermos Raul novamente à razão ?
- Considerando os recursos de que dispomos em nosso plano, são muitas as possibilidades. O pouco que conheci na Terra a respeito do Autismo, ao qual vim familiarizar-me somente aqui em nosso plano, sei que poucos são os sucessos alcançados entre os encarnados.
- Qual a razão desse insucesso ?
- O Autismo é um estado de alma, é uma posição mental em que se coloca o espírito encarnado ou desencarnado. Não se trata de uma deficiência orgânica, isso tem sido demonstrado nos testes e exames feitos pelos estudiosos do assunto, não se iguala a um excepcional comum, cuja encarnaçãoestá sujeita às limitações de um cérebro lesado ou deficiente. Geralmente o Autista encarnado apresenta-se numa organização física que corresponde à normalidade dos reflexos e sentidos, apenas pela posição mental em que se encontra rejeita usar tais recursos. O insucesso que experimentam os colegas encarnados deve-se à falta do conhecimento das causas que levam um espírito a assumir tal atitude. Enquanto a mente acadêmica não se voltar seriamente às pesquisas no campo do espírito eterno, a fim de remontar às causas legítimas que envolvem a mente humana em problemas diversos, incluindo-se o do Autismo, dificilmente encontrará soluções adequadas. Em nosso plano, porém, o quadro de soluções se altera profundamente, pois dispomos do conhecimento da causa. Basta
reconstituir um clima emocional ao qual o paciente se identifica, oferecendo-lhe uma compensação à altura dos valores em que se viu lesado, para que se sinta novamente atraído ao mundo do qual se ausentou mergulhando em si mesmo. Geralmente o Autista é um espírito fraco de vontade que se viu lesado nos sentimentos; julgando-se impotente para reaver ou reconquistar tais valores, retrai-se para dentro de si mesmo, abdicando da razão para sustentar-se do emotivo que, embora sem manifestações exteriores, continua ativo, quardando uma sensação de gozo ou sofrimento. Por isso mesmo, torna-se difícil alcança-lo pelos caminhos da razão, somente através do emocional poderemos auxiliá-lo, resgatando-o dessa situação. "
a história segue relatando um jovem que obsedia a mãe ou o inverso pois a mãe não se conforma com a morte do jovem, quase tenta o suicidio, mas a intervenção espiritual desperta a mãe para cuidar da segunda filha que adoece derrepente. Conseguem deslocar o jovem desencarnado autista para ser tratado no plano espiritual depois de um sufoco pois ele era atraído magneticamente para seu quarto antigo e grudava na mãe... uma namorada antiga do jovem , que se encontra encarnada, é utilizada para despertar ele, e acaba aceitando-o como filho em um casamento que se concretiza para beneficio e resgate de todos. Muito boa a história e muito lógica com a doutrina dos espíritos!
AUTISMO - DIFERENÇA?

O autista vive num mundo próprio, fechado em si mesmo, evitando o contato e qualquer tentativa de acesso ao seu interior. O autismo é um desenvolvimento inadequado da criança ocorrido antes que ela complete três anos, e que o acompanha por toda a vida. As estatísticas contam 20 casos em cada 10 mil nascidos.
No passado, alguns pesquisadores imaginaram uma mãe negligente, fria o bastante para comprometer o desenvolvimento de seu filho, como causa do autismo. Mas esta é uma conclusão preconceituosa e até ofensiva aos pais.
Felizmente as evidências afastam essa hipótese: "Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que possa causar a doença", afirma a Autism Society of América - ASA".
"A CIÊNCIA NÃO DESCOBRIU A CAUSA DO AUTISMO,
E ATÉ HOJE NÃO HÁ UM TRATAMENTO QUE ALCANCE
A CURA".
A ciência não descobriu a causa do autismo, e até hoje não há um tratamento que alcance a cura. O escritor Hermínio Miranda fez uma pesquisa profunda e dedicada sobre o assunto que se tornou um grande sucesso editorial, "Autismo - uma leitura espiritual". Na Bienal do Livro de 2000, em São Paulo, SP, Hermínio foi surpreendido por dezenas de crianças e adultos entusiasmados envolvendo-o carinhosamente.
Era um grupo de autistas com seus pais, consolados e esclarecidos pela leitura do livro, prestando ao autor uma comovente e merecida homenagem. Nessa obra, cuja leitura recomendamos, Hermínio diz: "O autismo continua sendo um desafio, um enigma, uma esfinge. De minha parte, estou convencido de que alguns dos seus aspectos nucleares somente se abrirão ao nosso entendimento a partir da introdução da realidade espiritual no modelo com o qual abordamos".
Segundo o pesquisador, a causa seria "um sentimento de culpa não resolvido, suscitado por um desvio de comportamento", ocorrido em vidas passadas. Contudo, o autismo não é um castigo, mas um instrumento de aprendizado, de "ajuste da consciência ética fustigada pelo arrependimento ou remorso e desejosa de se pacificar", conforme explicou Hermínio, no livro.
A ciência não fará progressos apenas esmiuçando o cérebro célula a célula. O materialismo é um véu posto entre a realidade e os olhos dos ciestistas. Finalizamos com as lúcidas palavras de Hermínio: "Estou convencido de que avanços mais significativos na melhor definição da etiologia do autismo continuem na dependência da aceitação do ser humano com entidade espiritual preexistente, sobrevivente e reencarnante.
Essa realidade precisa ser aceita em bloco, sem mutilações.
Editorial - R.C.E.
AUTISMO: UMA QUESTÃO DE ECTOPLASMA?
O Médico Espírita desperta nas pessoas uma esperança de que pode solucionar as mais difíceis patologias da medicina, e talvez tenham razão. Quando nós, médicos espíritas, exercitamos com mais consciência e fé a nossa mediunidade intuitiva, ou seja, aprendemos a permanecer conectados, através da expansão de consciência, com o indispensável mundo paralelo onde as equipes espirituais, nossos mestres, nos ensinam ou nos querem ensinar como desvendar os mistérios ou dificuldades da medicina e de todas as ciências do Planeta.
Foi através do exercício ou expansão da consciência, através da sensibilidade dos médiuns de nosso grupo de estudo, é que tivemos êxito com o caso do menor Rafael, um autista, filho de mãe desquitada, pobre, que sobrevive de lavados domésticos; o qual após peregrinar por vários consultórios médicos e instituições psiquiátricas, chegou ao nosso atendimento fraterno, às quintas-feiras no Centro Espírita Lar de Jesus, já com diagnóstico médico de Autismo, mostrando total desligamento da realidade cognitiva, olhar distante, balbuciando ocasionalmente alguns ruídos, entendidos com grande dificuldade por sua mãe.
Rafael chegou ao nosso atendimento com dez anos de idade e sua mãe dona Maria de Jesus, desesperançada quanto à saúde mental de seu filho. Nós a encorajamos a ter fé, acreditatando no amparo divino através das equipes espirituais que assistem a todo o Planeta dirigido pelo nosso mestre Jesus. Daí então, nós encaminhamos o garoto para tratamento de desobsessão, já que, além de Autista, a percepção de vibrações de baixa frequência era evidente.
Na cabine de passe, aplicamos durante seis meses, uma vez por semana, às quintas-feiras, deitado em uma maca, o que chamamos de Realinhamento de Chacras ou técnica das polaridades, usada em nossa clínica particular Núcleo de Terapia Transpessoal.
Vou citar um caso que ocorreu na clínica, para explicar porque usamos a técnica de Realinhamento de Chacras em Rafael. Certa vez, uma paciente entrou em nosso consultório com forte crise de cefaléia crônica, a qual usava há quatro anos potentes analgésicos e antidepressivos, medicados pela clínica psiquiátrica, mostrando no seu rosto profundo e doloroso sofrimento. Foi levada por mim a deitar-se no divã, onde fiz a pergunta: como a dor de cabeça naquele momento era representada?
A paciente logo entrou em regressão, vivenciando uma cena de tortura em que sua cabeça era comprimida por uma prensa em forma de arco, em torno de sua cabeça, vindo a desencarnar por esmagamento do crânio, causa de sua dor de cabeça. No término da sessão, a dor de cabeça tinha desaparecido, mostrando ela agora a face descontraída e feliz. Quando pedi para a paciente levantar-se e ir ao encontro de seu esposo, que a aguardava na sala de espera, a paciente de pé, próxima ao divã, parou e me disse: "Doutor, não consigo sair deste lugar".
Eu insisti, mas a mesma repetiu que não conseguia andar, eu então pensei: "e agora! O marido esperando lá fora..." Foi então que mais uma vez, fora as outras centenas de vezes, o telefone espiritual, através de nossa mediunidade intuitiva, alertou-me que aquela paciente acabara de incorporar, conectar com uma entidade, sendo também uma médium consciente. Aliviei os músculos, a tensão, e mais facilmente veio o intercâmbio, me trazendo uma nova solução para aquela situação sem precisar doutrinar a entidade, já que aquela senhora não era espírita, e parecia assustada.
O recém-chegado colega Cícero Vasques, da sala ao lado, que trabalha com Massoterapia, Reiki, Realinhamento de Chacras, e sabendo eu que entidades errantes se conectam através do Chacra Esplênico, fez-me lembrar que um realinhamento desconectaria a entidade do médium, e foi então que pela primeira vez e com a ajuda do prof. Cícero Vasques, o qual, solicitado por mim, aplicou o realinhamento, obtivemos êxito imediato, após o último movimento da técnica.
Voltou a paciente de súbito à sua consciência de vigília, resolvendo assim esse novo desafio. Em seguida, agradecemos a assistência espiritual. Passamos então, a partir desse dia, a aplicar nos pacientes ditos pré-psicóticos ou incorporados a técnica do Realinhamento de Chacras, para desconectar o agente teta que, através da elevação da frequência vibratória do paciente, por um melhor fluir da energia vital, facilitando a abertura de seus Chacras, mantêm a entidade desconectada pelo menos por 48 horas, enquanto se faz uma outra abordagem terapêutica.
Voltando ao caso de Rafael, foi essa técnica que aplicamos com a intenção de ajudá-lo a retornar ao seu próprio corpo físico, já que o autista mantém-se dissociado de seu corpo por escassez de ectoplasma, informação essa passada a nós em reunião mediúnica por equipe científica do plano espiritual, que nos orientou desde o início do tratamento a manter o Realinhamento dos Chacras em Rafael, mas com a participação principalmente de médiuns de efeito físico ou de sustentação de nossa equipe de desobsessão, com a finalidade de doar o ectoplasma necessário ao acoplamento total de Rafael ao seu corpo físico, o qual, a cada das sessões seguintes, mostrava-se centrado mais no presente, passando então a falar e procurar pelas pessoas do atendimento fraterno.
Já está com um ano que Rafael entrou numa escola especial, já sabe ler, o que aprendeu a fazer sozinho, e também já escreve com boa caligrafia, e já se compreende o que ele fala e seus desenhos expressam com clareza seu pensamento, mostrando grande inteligência, principalmente através de seus desenhos arquitetônicos de fachadas de edifícios.
Na impossibilidade de ir à escola por dificuldade de transporte, Rafael se aborrece e se agita desesperadamente. Ele gosta de ir a escola porque é lá que ele tem aprendido a desenvolver boa comunicação e relacionamento interpessoal. Já estamos com o segundo caso de Autismo, há um mês e meio e com seis sessões de desobsessão e realinhamento, observamos excelente resultado no garoto. Sua mãe, senhora esclarecida e de nível superior, também já nos falou da visível melhora com esse tratamento, após ter andado por várias capitais e instituições do País, sem resultado evidente.
O seu depoimento é que o filho G..., nunca, em lugar algum, teve um avanço expressivo, como com essa abordagem terapêutica, feita por um grupo de sensitivos encarnados e desencarnados. A sua maior alegria, nesses últimos dias, foi o fato de seu filho ter falado pela primeira vez formando frases, o que não acontecia antes, pois era monossilábico, o que dificultava a sua comunicação, levando-o a chorar com frequência quando queria ser entendido e não conseguia.
Portanto, fica aqui o nosso estímulo para que continuemos exercitando a conexão com nossos irmãos sábios e bondosos que nos assistem e torcem pelo nosso sucesso.
COMUNICAÇÃO COM OS RECÉM-NASCIDOS
Por ser psicoterapeuta há seis anos e médico pediatra há 20 anos e trabalhar no berçário da Maternidade Dona Evangelina Rosa, passei, durante os meus plantões semanais, a ter comunicação com os recém-nascidos, tentando obter deles respostas convincentes de que estavam me ouvindo e me entendendo. Isso porque, nas regressões de memória feitas em adultos, os mesmos relatavam minúcias de sua vida intra-uterina, citando pensamentos, sentimentos e emoções de sua mãe e mesmo das pessoas ao seu redor.
Tive uma cliente que, vivenciando sua vida intra-uterina, descobriu que sua mãe não era sua mãe biológica, mas sim adotiva. A sua mãe biológica era prostituta, e até a estampa da roupa da sua parteira ela relatou. Quando chegou em casa, confirmou a veracidade de sua experiência, causando assim fortes emoções que foram equilibradas nas sessões seguintes.
As minhas próprias experiências de vida intra-uterina reforçaram minha convicção de que aqueles recém-nascidos podiam me entender e se comunicar comigo. Foi o que fiz e faço há mais de quatro anos. No início tive que conversar com os recém-nascidos, e ao mesmo tempo filmar, documentar a experiência, pois o pessoal da enfermagem, sabendo que sou espírita e ao solicitar ajuda na filmagem, se negavam dizendo: "Doutor, eu não gosto dessas coisas não".
Tive que fazer tudo só, mas com o passar das experiências e elas (enfermeiras), mesmo à distância presenciando os resultados positivos das comunicações com os recém-nascidos, passaram a se aproximar, me auxiliando e também conversando com os mesmos e descobrindio os seres que, embora pequenos e frágeis, são inteligentes e conscientes do que acontece ao seu redor.
A comunicação com os recém-nascidos é feita com minha apresentação, aos mesmos, como médico do plantão, e digo que sua permanência no berçário ou incubadora, longe de sua mãe, não é porque ela queira, mas porque os mesmos estão se adaptando ao corpo físico, que está nesse momento debilitado ou imaturo. Faço uma programação positiva pedindo aos mesmos que não se deixem agredir por bactérias, vírus ou fungos e que desenvolvam seu sistema imunológico, pois eles não estão sós, e podem fazer isso.
E digo em seguida: "se você estiver me ouvindo e entendendo, me dê uma resposta: movimente seu braço direito, esquerdo, abra os olhos, movimente a perna direita, esquerda etc.". Insisto uma, duas, três, cinco ou dez vezes, dependendo do estado do recém-nascido ou do meu próprio, mas sempre me dão uma resposta, movimentando o membro solicitado ou fazendo a expressão pedida. A dificuldade nas respostas é comum com os recém-nascidos nas primeiras 24 horas, talvez devido à ocitocina que, após o parto, deprime tanto a mãe como o recém-nascido.
Com esses resultados, o respeito, os cuidados, a atenção aos recém-nascidos foram dobrados e mantidos. As agressões verbais aos recém-natos, devidas ao cansaço do corpo clínico da maternidade e por razões conhecidas nossas, foram superadas em atenção aos pequeninos seres, reconhecidos com inteligência desde a fecundação e com certeza, para uns, antes disso, extremamente sensíveis ao que se passa e se fala ao seu redor.
O resultado não podia ser outro senão a recuperação mais rápida e eficiente de sua saúde, mesmo nos casos mais graves do berçário como as septicemias e membrana hialina. O resultado positivo dobrou, quando passamos a convocar os pais e a ensiná-los a se comunicar e programá-los positivamente.
A nossa sensibilidade ou mediunidade, favorecida pelo nosso estado mental e espiritual, é fundamental para acessarmos o campo mental do recém-nascido e de todos os seres. Os colegas médicos e assistentes que melhor se comunicam com os recém-nascidos são exatamente aqueles mais religiosos, que fazem suas orações, lêem o evangelho e meditam nas mais diversas religiões.
Dr. José Ribamar Tourinho - A.M.E. - Brasil
fonte: comunidade espírita
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Autismo na abordagem espiritual
Escrito por Nilton Salvador
Desinteressado de qualquer espécie de comunicação com seus semelhantes, murado dentro de si mesmo, o autista vive em um mundo de isolamento e alienação. Os cientistas que buscam implodir essa barreira trabalham baseados em hipóteses diversas e conflitantes, utilizando uma gama imensa de abordagens e terapias.
Ignoram apenas um aspecto, “o de que o ser humano, como espírito imortal, preexiste à atual existência, a qual é conseqüência de atos e pensamentos de muitas encarnações anteriores, nos mistérios dos séculos. Nada mais plausível do que recorrer a conceitos espirituais para a compreensão e a terapia do autismo ou de qualquer outro problema de comportamento”, como ensina Herminio C. Miranda.
O que dizer depois disso, quando ele vê o autista sob a ótica da psicologia espírita e o conflito de uma alma fugindo de si mesma? Afinal, como começam a dizer alguns estudiosos mais arrojados, há vida antes da vida, vida depois da vida e vida entre as vidas.
E alertamos para “que tratem com o devido respeito as minorias. Sem racismo, sem machismo, sexismo ou preconceitos de qualquer natureza. Mesmo porque o preconceito é coisa burra, que se torna ainda mais evidentemente tola quando posta no contexto da realidade espiritual. Somos espíritos imortais, sobreviventes e reencarnantes. Sexo, raça, cor, nacionalidade, posição social não passam de posições transitórias, por mais que durem nossas vidas na carne”.
Conflitos entre mundos diferentes
Descobre-se em pesquisas de diversos autores de notável saber sobre o tema que uma autista vivia numa zona fronteiriça, terra de ninguém entre um território que ela consideraria mais tarde, com melhor nível de lucidez, “meu mundo” e o outro lado, onde ficava “o mundo”, pois eles não se mostram nada interessados em vir ao nosso encontro, já que há na mente do autista nítida distinção – ainda que inconsciente – entre o “meu” mundo e o “dos outros”. Quanto menos contatos com a vida no mundo, melhor. A pessoa que está naquele corpo físico recusa-se a executar qualquer programação que a leve a ser aprisionada pelas rotinas da vida material.
Não se considera na atualidade (há uma polêmica constante) que o autismo é uma desordem biológica. A ciência continua a discutir sua origem. Os especialistas tratam de cada caso dentro de seu ponto de vista cético/científico para expressar suas teorias, pois desde Leo Kanner, o descritor da síndrome em 1943, quase nada mudou para definir o conceito da síndrome.
Cada autor expõe seu ponto de vista de análise de uma forma que, discutida ou comparada, nada altera no status quo da doença. Alguns mais corajosos, digamos assim, afirmam que o autismo é de natureza biológica, enumerando outras doenças que danificam o sistema neurológico. Em seguida, sou obrigado a me decepcionar quando a ciência não considera o autismo como psicose, mas sim como distúrbio global do desenvolvimento.
A meu ver, um contraria o outro. Todos são suscetíveis no cuidado de não querer ferir algum colega que se adiantou ou tem receio que, na frente, a crítica ou a ética médica sejam muito duras com suas opiniões.
Diferentes graus de autismo
Ficamos com o pensamento de que a impressão é que não há propriamente autismo, mas autistas em diferentes estágios, graus e níveis de distúrbios mentais e emocionais. O máximo que se poderia fazer em termos de consenso seria dizer que, dentre os sintomas básicos atribuídos à síndrome, cada autista apresenta diferentes ênfases sobre esta ou aquela característica.
Em outras palavras, a pessoa é autista não porque tem o cérebro danificado, mas tem o cérebro danificado porque não quis ou não conseguiu transmitir a ele, no período crítico da formação, os comandos mentais necessários ao seu correto desenvolvimento.
Pois bem, após esta exposição na qual enveredamos por diversos caminhos, onde quero chegar?
Ora, tudo isto faz parte do lado bio-psico-sócio-espiritual, linha mestra enfocada, mas não admitida pela ciência como um todo. Senão, vejamos.
Dispendemos todos os esforços para superar dificuldades que se encontram em nosso caminho. O que não fazemos é porque deixamos de refletir que reveses ou contratempos passageiros foram criados por nós mesmos, com nosso livre arbítrio, pelo mau uso da energia divina durante inúmeras encarnações aqui na Terra.
Devemos acreditar que aquela massa compacta de energia mal qualificada e gerada na nossa consciência por todo um esforço concentrado em prol dos nossos autistas é agora de uma espessura bem mais fina do que foi há algum tempo.
Nosso esforço em afastar coisas rudimentares de nossa consciência humana apenas produz bons frutos em nossa árvore da vida. Perseveramos em nossos propósitos. Dirigimos a atenção aos nossos amigos siderais e, muito mais depressa do que imaginamos, obtemos vitoriosas conclusões.
O indivíduo, quando encarna, traz em suas mãos uma agulha e, através do orifício desta agulha, passa o fio da vida. Cada ser humano deve concluir o seu modelo e ninguém pode tirar a agulha das mãos do próximo, nem dar um ponto sequer no modelo da vida de seu semelhante.
Assim como o orifício é condicionado à eficácia da agulha, assim também o espírito é o doador da vida do homem. A personalidade humana, ou o ser externo, representa o exemplo da agulha usada para unir as partes do modelo, que deve se manifestar através das experiências individuais de cada pessoa.
Por misericórdia, a lei divina permite intervenções, selecionando os fios dos pontos errados da costura, afastando-os do modelo enquanto se processa a purificação do espírito.
A lei divina também permite à vida, por meio de contemplação, meditação ou outra forma de esforço, oferecer ao indivíduo que se encontra no caminho espiritual o auxílio de seres perfeitos, quando estes revelam de que maneira os pontos devem ser costurados.
Também pode ser apresentado ao costureiro, ou seja, o espírito protetor, um molde ou desenho do modelo previsto. No entanto, a verdadeira costura deve ser executada pelo esforço do próprio indivíduo, do princípio até o fim.
E quando falamos de um autista? A única diferença é que, neste caso, existe um interlocutor (médium) experiente e que já atravessou inúmeras etapas com ele, pois muitas vezes uma simples frase proporciona uma forma-pensamento que permite ao autista compreender que um esforço autoconsciente deve preceder o apelo.
Muitas vezes, os amigos siderais transformam modelos errados em perfeitos e, quando eles os vêem, desejam novamente trazer à tona o plano perfeito da vida, da beleza, compreensão e paz.
Usando o auto-controle
Quando um autista aprende que é necessário um autocontrole e começa a transformar todo erro que o uso do fio da sua própria vida proporciona em seu coração, trazer o domínio sobre toda energia e vibração em seu próprio mundo e depois, com maiores possibilidades de aptidão, dar o prêmio da alegria aos seus protetores.
Para os sábios, a vida é uma bondosa professora que distribui as grandes dádivas diretamente do seu silencioso coração. Para as pessoas de compreensão limitada, a vida é uma professora severa, apenas com a intenção de ensinar cada expressão para seu autista.
Se o autista pudesse demonstrar reflexão, falando quando ouve ensinamentos freqüentes mais do que seu próprio silêncio, então seus corpos mental, sentimental, etérico e físico estariam suficientemente preparados para ouvir um hino, a linguagem dos pássaros e compreender o delicado silêncio da noite.
Quando o autista consegue isto é porque está sintonizado com a vida física de tal maneira que pode submergir seu próprio coração pulsante, onde vive seu santo ser crístico.
Artigo publicado na edição 13 da Revista Cristã de Espiritismo.
Postado por Marcelo Rodrigues às 23:11
Desinteressado de qualquer espécie de comunicação com seus semelhantes, murado dentro de si mesmo, o autista vive em um mundo de isolamento e alienação. Os cientistas que buscam implodir essa barreira trabalham baseados em hipóteses diversas e conflitantes, utilizando uma gama imensa de abordagens e terapias.
Ignoram apenas um aspecto, “o de que o ser humano, como espírito imortal, preexiste à atual existência, a qual é conseqüência de atos e pensamentos de muitas encarnações anteriores, nos mistérios dos séculos. Nada mais plausível do que recorrer a conceitos espirituais para a compreensão e a terapia do autismo ou de qualquer outro problema de comportamento”, como ensina Herminio C. Miranda.
O que dizer depois disso, quando ele vê o autista sob a ótica da psicologia espírita e o conflito de uma alma fugindo de si mesma? Afinal, como começam a dizer alguns estudiosos mais arrojados, há vida antes da vida, vida depois da vida e vida entre as vidas.
E alertamos para “que tratem com o devido respeito as minorias. Sem racismo, sem machismo, sexismo ou preconceitos de qualquer natureza. Mesmo porque o preconceito é coisa burra, que se torna ainda mais evidentemente tola quando posta no contexto da realidade espiritual. Somos espíritos imortais, sobreviventes e reencarnantes. Sexo, raça, cor, nacionalidade, posição social não passam de posições transitórias, por mais que durem nossas vidas na carne”.
Conflitos entre mundos diferentes
Descobre-se em pesquisas de diversos autores de notável saber sobre o tema que uma autista vivia numa zona fronteiriça, terra de ninguém entre um território que ela consideraria mais tarde, com melhor nível de lucidez, “meu mundo” e o outro lado, onde ficava “o mundo”, pois eles não se mostram nada interessados em vir ao nosso encontro, já que há na mente do autista nítida distinção – ainda que inconsciente – entre o “meu” mundo e o “dos outros”. Quanto menos contatos com a vida no mundo, melhor. A pessoa que está naquele corpo físico recusa-se a executar qualquer programação que a leve a ser aprisionada pelas rotinas da vida material.
Não se considera na atualidade (há uma polêmica constante) que o autismo é uma desordem biológica. A ciência continua a discutir sua origem. Os especialistas tratam de cada caso dentro de seu ponto de vista cético/científico para expressar suas teorias, pois desde Leo Kanner, o descritor da síndrome em 1943, quase nada mudou para definir o conceito da síndrome.
Cada autor expõe seu ponto de vista de análise de uma forma que, discutida ou comparada, nada altera no status quo da doença. Alguns mais corajosos, digamos assim, afirmam que o autismo é de natureza biológica, enumerando outras doenças que danificam o sistema neurológico. Em seguida, sou obrigado a me decepcionar quando a ciência não considera o autismo como psicose, mas sim como distúrbio global do desenvolvimento.
A meu ver, um contraria o outro. Todos são suscetíveis no cuidado de não querer ferir algum colega que se adiantou ou tem receio que, na frente, a crítica ou a ética médica sejam muito duras com suas opiniões.
Diferentes graus de autismo
Ficamos com o pensamento de que a impressão é que não há propriamente autismo, mas autistas em diferentes estágios, graus e níveis de distúrbios mentais e emocionais. O máximo que se poderia fazer em termos de consenso seria dizer que, dentre os sintomas básicos atribuídos à síndrome, cada autista apresenta diferentes ênfases sobre esta ou aquela característica.
Em outras palavras, a pessoa é autista não porque tem o cérebro danificado, mas tem o cérebro danificado porque não quis ou não conseguiu transmitir a ele, no período crítico da formação, os comandos mentais necessários ao seu correto desenvolvimento.
Pois bem, após esta exposição na qual enveredamos por diversos caminhos, onde quero chegar?
Ora, tudo isto faz parte do lado bio-psico-sócio-espiritual, linha mestra enfocada, mas não admitida pela ciência como um todo. Senão, vejamos.
Dispendemos todos os esforços para superar dificuldades que se encontram em nosso caminho. O que não fazemos é porque deixamos de refletir que reveses ou contratempos passageiros foram criados por nós mesmos, com nosso livre arbítrio, pelo mau uso da energia divina durante inúmeras encarnações aqui na Terra.
Devemos acreditar que aquela massa compacta de energia mal qualificada e gerada na nossa consciência por todo um esforço concentrado em prol dos nossos autistas é agora de uma espessura bem mais fina do que foi há algum tempo.
Nosso esforço em afastar coisas rudimentares de nossa consciência humana apenas produz bons frutos em nossa árvore da vida. Perseveramos em nossos propósitos. Dirigimos a atenção aos nossos amigos siderais e, muito mais depressa do que imaginamos, obtemos vitoriosas conclusões.
O indivíduo, quando encarna, traz em suas mãos uma agulha e, através do orifício desta agulha, passa o fio da vida. Cada ser humano deve concluir o seu modelo e ninguém pode tirar a agulha das mãos do próximo, nem dar um ponto sequer no modelo da vida de seu semelhante.
Assim como o orifício é condicionado à eficácia da agulha, assim também o espírito é o doador da vida do homem. A personalidade humana, ou o ser externo, representa o exemplo da agulha usada para unir as partes do modelo, que deve se manifestar através das experiências individuais de cada pessoa.
Por misericórdia, a lei divina permite intervenções, selecionando os fios dos pontos errados da costura, afastando-os do modelo enquanto se processa a purificação do espírito.
A lei divina também permite à vida, por meio de contemplação, meditação ou outra forma de esforço, oferecer ao indivíduo que se encontra no caminho espiritual o auxílio de seres perfeitos, quando estes revelam de que maneira os pontos devem ser costurados.
Também pode ser apresentado ao costureiro, ou seja, o espírito protetor, um molde ou desenho do modelo previsto. No entanto, a verdadeira costura deve ser executada pelo esforço do próprio indivíduo, do princípio até o fim.
E quando falamos de um autista? A única diferença é que, neste caso, existe um interlocutor (médium) experiente e que já atravessou inúmeras etapas com ele, pois muitas vezes uma simples frase proporciona uma forma-pensamento que permite ao autista compreender que um esforço autoconsciente deve preceder o apelo.
Muitas vezes, os amigos siderais transformam modelos errados em perfeitos e, quando eles os vêem, desejam novamente trazer à tona o plano perfeito da vida, da beleza, compreensão e paz.
Usando o auto-controle
Quando um autista aprende que é necessário um autocontrole e começa a transformar todo erro que o uso do fio da sua própria vida proporciona em seu coração, trazer o domínio sobre toda energia e vibração em seu próprio mundo e depois, com maiores possibilidades de aptidão, dar o prêmio da alegria aos seus protetores.
Para os sábios, a vida é uma bondosa professora que distribui as grandes dádivas diretamente do seu silencioso coração. Para as pessoas de compreensão limitada, a vida é uma professora severa, apenas com a intenção de ensinar cada expressão para seu autista.
Se o autista pudesse demonstrar reflexão, falando quando ouve ensinamentos freqüentes mais do que seu próprio silêncio, então seus corpos mental, sentimental, etérico e físico estariam suficientemente preparados para ouvir um hino, a linguagem dos pássaros e compreender o delicado silêncio da noite.
Quando o autista consegue isto é porque está sintonizado com a vida física de tal maneira que pode submergir seu próprio coração pulsante, onde vive seu santo ser crístico.
Artigo publicado na edição 13 da Revista Cristã de Espiritismo.
Postado por Marcelo Rodrigues às 23:11
Autismo na visão espírita
Seja lá como for, não devemos generalizar a causa das doenças a expiações de vidas passadas. E muito menos devemos ver as doenças como sinal de inferioridade moral e/ou intelectual dos espíritos encarnados a que a elas estão sujeitos.
As doenças não genéticas, que são devidas à vida na terra, acontecem por imprudência do homem ou, simplesmente, por vivermos num planeta precário e hostil. A expiação consiste em ter que viver neste planeta, para aqueles que, em encarnações passadas podiam ter trabalhado para ter melhor destino do que o planeta Terra, e não o fizeram. São os repetentes da escola terrestre.
As doenças que são devidas ao corpo em que nascemos, sejam elas logo de nascença ou sejam elas derivadas de predisposições genéticas, têm razões distintas, conforme o grau de maturidade do espírito.
Os espíritos que se recusam a progredir, que não conseguem compreender por si mesmos o beneficio, para eles mesmo, do progresso espiritual, não reencarnam voluntariamente. São obrigados a reencarnar. Os sofrimentos são para eles uma forma de os obrigar a abrir os olhos e de lhe dar um estimulo para ganharem vontade de progredir. Vergados pelo sofrimento, a certa altura da sua vida espiritual, cansam-se e procuram uma solução para não sofrerem tanto. Se as leis de Deus não permitissem isso, esses espíritos vagueariam infelizes para a eternidade, a atormentar os outros que não têm força ou vontade de lhes resistir. Esses espiritos são aqueles a quem a consciência moral não acusa, ou porque não querem ouvir a voz da consciência moral, ou por que não a têm ainda suficientemente desenvolvida.
Os espíritos que, antes de encarnar, já têm noção do que é melhor para si mesmo, pedem uma nova encarnação que seja o mais proveitosa possível. Querem uma nova oportunidade para compreender as lições que se podem aprender em mundos como a terra, pois sabem que não podem ascender a um grau mais elevado e mais feliz, sem ter aproveitamento nas provas dos graus inferiores. Tendo consciência do mal que provocaram a outros espiritos, em encarnações anteriores, procuram reparar o mal que fizeram antes a outros espiritos, com o bem, pois sentem um peso na consciência enquanto não o conseguirem realizar.
Neste caso as doenças serão desafios, obstáculos que se colocam, para que eles os tentem resolver, ou, se isso não for possível, para que aprendem a ganhar paciência e resignação, não imputando a Deus, mas a si mesmos, as suas próprias misérias e compreendendo que está na sua mão ter um futuro melhor, senão nesta encarnação, pelo menos noutras futuras.
Pode acontecer que, por falta de vontade, ou seja, por fraqueza, não consigam alcançar, ligados à carne, os objectivos que tinham previsto, e que uma vaga ou clara intuição lhes indica (ou que os seus guardiões lhes lembram, através do pensamento). Nesse caso voltam a repetir encarnações do mesmo tipo até alcançarem um nível mais elevado e, assim, merecerem melhor sorte.
Os bons espiritos podem encarnar aqui com a dupla missão de reparar, com o bem, prejuizos que tenham provocado, no passado, a outros espiritos, e com a missão de instruir os seus irmãos que ainda não alcançaram o seu nivel moral, com o seu exemplo e/ou com os seus ensinamentos.
No caso destes espiritos, que se reconhecem por não se queixarem de Deus, em circunstância alguma, mas de O louvarem, compreendo que a Ele tudo devem e sentindo-se agradecidos, por isso, a doença é uma forma de de dar o exemplo de força, preserverança, paciência, abnegação. Eles lutam contra a doença, mas não se deixam abater por ela. Algumas das doenças de nascença que mais nos impressionam encontram-se neste tipo de espiritos. Contudo, os espiritos em missão não têm de ser doentes. Alguns escolhem esse meio, outros outros meios.
Enfim, as causas das doenças dos outros são complexas de mais para lhes compreendermos as causas espirituais. É mais a forma como cada um reage à doença que nos indica isso, do que a doença em si.
Por acreditar nisto que acabei de escrever, rejeito liminarmente as tabelas de relações causa-efeito que alguns espíritas divulgam. Nunca vi nenhuma que tivesse em linha de conta a forma como o espírito lhe reage, e essa é uma componente determinante para compreender a causa espiritual da doença.
Entretanto vão surgindo investigadores de grande craveira, que poderão, um dia, contribuir para a explicação mais clara das causas espirituais das doenças, como o Dr. Alexander Moreira de Almeida, por exemplo, se ele continuar com a postura que o caracteriza actualmente, nos seus trabalhos e artigos.
bem hajam
fonte: http://www.forumespirita.net/fe/estudos-mensais/(estudo)-autismo-na-visao-espirita/180/
As doenças não genéticas, que são devidas à vida na terra, acontecem por imprudência do homem ou, simplesmente, por vivermos num planeta precário e hostil. A expiação consiste em ter que viver neste planeta, para aqueles que, em encarnações passadas podiam ter trabalhado para ter melhor destino do que o planeta Terra, e não o fizeram. São os repetentes da escola terrestre.
As doenças que são devidas ao corpo em que nascemos, sejam elas logo de nascença ou sejam elas derivadas de predisposições genéticas, têm razões distintas, conforme o grau de maturidade do espírito.
Os espíritos que se recusam a progredir, que não conseguem compreender por si mesmos o beneficio, para eles mesmo, do progresso espiritual, não reencarnam voluntariamente. São obrigados a reencarnar. Os sofrimentos são para eles uma forma de os obrigar a abrir os olhos e de lhe dar um estimulo para ganharem vontade de progredir. Vergados pelo sofrimento, a certa altura da sua vida espiritual, cansam-se e procuram uma solução para não sofrerem tanto. Se as leis de Deus não permitissem isso, esses espíritos vagueariam infelizes para a eternidade, a atormentar os outros que não têm força ou vontade de lhes resistir. Esses espiritos são aqueles a quem a consciência moral não acusa, ou porque não querem ouvir a voz da consciência moral, ou por que não a têm ainda suficientemente desenvolvida.
Os espíritos que, antes de encarnar, já têm noção do que é melhor para si mesmo, pedem uma nova encarnação que seja o mais proveitosa possível. Querem uma nova oportunidade para compreender as lições que se podem aprender em mundos como a terra, pois sabem que não podem ascender a um grau mais elevado e mais feliz, sem ter aproveitamento nas provas dos graus inferiores. Tendo consciência do mal que provocaram a outros espiritos, em encarnações anteriores, procuram reparar o mal que fizeram antes a outros espiritos, com o bem, pois sentem um peso na consciência enquanto não o conseguirem realizar.
Neste caso as doenças serão desafios, obstáculos que se colocam, para que eles os tentem resolver, ou, se isso não for possível, para que aprendem a ganhar paciência e resignação, não imputando a Deus, mas a si mesmos, as suas próprias misérias e compreendendo que está na sua mão ter um futuro melhor, senão nesta encarnação, pelo menos noutras futuras.
Pode acontecer que, por falta de vontade, ou seja, por fraqueza, não consigam alcançar, ligados à carne, os objectivos que tinham previsto, e que uma vaga ou clara intuição lhes indica (ou que os seus guardiões lhes lembram, através do pensamento). Nesse caso voltam a repetir encarnações do mesmo tipo até alcançarem um nível mais elevado e, assim, merecerem melhor sorte.
Os bons espiritos podem encarnar aqui com a dupla missão de reparar, com o bem, prejuizos que tenham provocado, no passado, a outros espiritos, e com a missão de instruir os seus irmãos que ainda não alcançaram o seu nivel moral, com o seu exemplo e/ou com os seus ensinamentos.
No caso destes espiritos, que se reconhecem por não se queixarem de Deus, em circunstância alguma, mas de O louvarem, compreendo que a Ele tudo devem e sentindo-se agradecidos, por isso, a doença é uma forma de de dar o exemplo de força, preserverança, paciência, abnegação. Eles lutam contra a doença, mas não se deixam abater por ela. Algumas das doenças de nascença que mais nos impressionam encontram-se neste tipo de espiritos. Contudo, os espiritos em missão não têm de ser doentes. Alguns escolhem esse meio, outros outros meios.
Enfim, as causas das doenças dos outros são complexas de mais para lhes compreendermos as causas espirituais. É mais a forma como cada um reage à doença que nos indica isso, do que a doença em si.
Por acreditar nisto que acabei de escrever, rejeito liminarmente as tabelas de relações causa-efeito que alguns espíritas divulgam. Nunca vi nenhuma que tivesse em linha de conta a forma como o espírito lhe reage, e essa é uma componente determinante para compreender a causa espiritual da doença.
Entretanto vão surgindo investigadores de grande craveira, que poderão, um dia, contribuir para a explicação mais clara das causas espirituais das doenças, como o Dr. Alexander Moreira de Almeida, por exemplo, se ele continuar com a postura que o caracteriza actualmente, nos seus trabalhos e artigos.
bem hajam
fonte: http://www.forumespirita.net/fe/estudos-mensais/(estudo)-autismo-na-visao-espirita/180/
sexta-feira, 9 de julho de 2010
VOVÓS DE NETOS AUTISTAS POSAM PARA CALENDÁRIO
Quarteto quer arrecadar dinheiro para tratamento de netos autistas.
Turma posou coberta apenas por peças tricotadas.
As agulhas e novelos de lã de um grupo de vovós americanas foram deixados de lado nos últimos tempos. Quatro senhoras de Tacoma, no estado de Washington (EUA),
tiraram a roupa para arrecadar fundos para uma boa causa.
Marsha Cunningham, 63, Debby Sims, 57, Barbara Weber, 76, e Lavonne Northcutt, 48, fazem parte de um grupo de tricô, mas se sensibilizaram com a história dos netos de Marsha, que são autistas e precisam de constante tratamento.
Amigas, elas posaram nuas para um calendário que será vendido na região em benefício dos netos gêmeos de Marsha e outras crianças que sofrem com o mesmo problema. Para não esquecerem de sua atividade preferida, as distintas senhoras ainda exibem no ensaio algumas peças tricotadas pelo grupo.
Marsha Cunningham, 63, Debby Sims, 57, Barbara Weber, 76, e Lavonne Northcutt, 48,
posam para calendário (Foto: AP)
Dinheiro da venda dos calendários ajudará no cuidado de crianças autistas (Foto: AP)
Fonte: autismovivenciasautisticas.blogspot.com
Turma posou coberta apenas por peças tricotadas.
As agulhas e novelos de lã de um grupo de vovós americanas foram deixados de lado nos últimos tempos. Quatro senhoras de Tacoma, no estado de Washington (EUA),
tiraram a roupa para arrecadar fundos para uma boa causa.
Marsha Cunningham, 63, Debby Sims, 57, Barbara Weber, 76, e Lavonne Northcutt, 48, fazem parte de um grupo de tricô, mas se sensibilizaram com a história dos netos de Marsha, que são autistas e precisam de constante tratamento.
Amigas, elas posaram nuas para um calendário que será vendido na região em benefício dos netos gêmeos de Marsha e outras crianças que sofrem com o mesmo problema. Para não esquecerem de sua atividade preferida, as distintas senhoras ainda exibem no ensaio algumas peças tricotadas pelo grupo.
Marsha Cunningham, 63, Debby Sims, 57, Barbara Weber, 76, e Lavonne Northcutt, 48,
posam para calendário (Foto: AP)
Dinheiro da venda dos calendários ajudará no cuidado de crianças autistas (Foto: AP)
Fonte: autismovivenciasautisticas.blogspot.com
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